Sindicato Médico busca soluções para os problemas da Maternidade Municipal
29/11/2013
Simero

Representantes do Simero e da prefeitura da Capital se reuniram com a classe médica servidora municipal nas noites de segunda e terça feiras desta semana, na Maternidade Municipal Mãe Esperança em Porto Velho.

Na pauta esteve o esforço para a manutenção do serviço de USG da maternidade; a solução para os problemas da falta de equipamentos e medicamentos; as falhas na remoção de gestantes com alto risco para o Centro Obstétrico do Hospital de Base; a falta de anestesistas e; principalmente, a sobrecarga dos profissionais obstetras pelas falta de novas contratações.

A prefeitura apresentou como alternativa para completar as escalas de serviço já para o final deste ano, a regularização do pagamento das horas extras e um aumento do valor destes plantões para todos os servidores. “Sem esta ação emergencial o resultado seria o caos no atendimento” disse o presidente do sindicato médico, dr. Willian Paschoalim.

Segundo o diretor do Simero, dr Carlos Maiorquim, “esta é uma solução temporária, a solução definitiva deve vir com o concurso público já no ano que vem”, completou.

Com o resultado da reunião, ficou acordado um aumento de 30% para o nível superior e de 100% para o nível médio no valor dos plantões extras. “Não se pode admitir que um técnico de enfermagem receba R$ 43,00 por um plantão noturno extra de 12 horas e nem que a prefeitura pague a metade do valor do plantão extra, que o estado paga para o médico”, reclamou um médico do corpo clínico da maternidade.

Os representantes do sindicato médico saíram dos encontros com boas perspectivas para a solução dos problemas discutidos. “Sabemos que a Semusa tem as piores gratificações da prefeitura de Porto Velho. Como querem então priorizar a Saúde?”, indagou o presidente do Simero.

 

A Diretoria